Dislexia: Abrir um show de um Ramone é um currículo enorme


No dia 29/10 o DISLEXIA realizou um grande sonho, onde dividiram o palco com a lenda CJ Ramone. Uma oportunidade única, que gera um bom destaque e desperta o interesse de quem ainda não conhecia o som da banda.

Em uma abordagem completa, o baixista Raoni Joseph nos trouxe como foi está experiência de tocar com CJ, além de relatar como foi o evento em si. Confira:

O nosso show em si, vendo pelos vídeos que os amigos presentes fizeram, foi tecnicamente bom, a banda tocou direito, o som para quem via de frente para o palco estava audível. Tocamos 20 minutos então tivemos que dar uma enxugada, já que estava previsto para tocarmos por 30 minutos. Rolou um atraso por conta de equipamento de backline do som do CJ Ramone, tivemos que esperar para poder ter autorização de passar nosso som, para não atrasar o horário do CJ, cortaram 10 minutos de cada banda. Ainda não tinha muita gente na hora que tocamos, mas quem viu, disse que curtiu e parabenizou pelo nosso show, então valeu a experiência. Abrir um show de um Ramone é um currículo enorme, então não deixamos essa oportunidade passar batida.


O show do CJ Ramone mesclou músicas dos seus dois álbuns solo e clássicos dos Ramones, obviamente. Foi um show direto, sem muita conversa com o público, tocando música atrás de música. A que eu mais queria ouvir era “Commando”, que foi uma das últimas a serem tocadas. Foi um evento legal, fazendo um balanço geral.

A banda do CJ era bem entrosada, com os guitarristas Dan Root e Steve Soto dos The Adolescents, e o baterista Pete Sosa dos Mad Dogs. Antes do show do CJ, teve o show do Jiro Okabe, um japonês americano simpático que só. Suas composições são ao estilo Ramones, fazendo a galera aprender seus refrães na hora. Foi um show bem divertido.


As outras bandas paraenses que tocaram conosco, Piscadela Verde, Licor de Xorume e a veterana Delinquentes deixaram seu recado lá também, fazendo shows dignos de se dividir o palco com um Ramone. Todas mandaram muito bem.

Fotos por: Marcelo Barros (Blog Metal Pará) e David Wesley



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