Hicsos: Seguindo a estrada da vitória


Falar da importância do HICSOS para o cenário metálico é chover no molhado, pois são mais de vinte e quatro anos de história em uma locomotiva que nunca parou, e foi esse um dos assuntos abordado na entrevista para revista digital Rock Meeting, além de também falarem a respeito do novo disco, o petardo "Circle of Violence" e dos primórdios do HICSOS.

Acesse o link a seguir e leia a entrevista na íntegra: http://bit.ly/MSbWlj

Já para o site Rock em Geral, o assunto principal foi o novo lançamento "Circle of Violence", onde foi recebido muito bem pela crítica especializada, se tornando um dos grandes lançamentos de 2013.

Confira alguns trechos da entrevista:

Rock em Geral: “Circle Of Violence” é o primeiro álbum desde “Technologic Pain”, que saiu em 2007. Por que vocês levaram esse tempo para gravar um novo álbum?

Marco Anvito: Isso acontece com todos os nossos álbuns. Infelizmente temos que dividir nosso tempo com música, trabalho e responsabilidades. Isso acaba prejudicando o andamento das coisas e atrasa muito todo o trabalho. Mas o importante é que conseguimos atingir o que miramos.

Marcelo Ledd: E também tivemos, nesse período, uma turnê pela Europa que durou 26 dias e muitos outros shows importantes. Isso tudo consome tempo de preparo para que as coisas fiquem bem feitas. Além de que resolvemos compor e gravar esse álbum com calma, fizemos duas pré-produções e depois gravamos pra valer, veio a mixagem e masterização e acertos com a gravadora. Acho que o tempo entre um e outro, por tudo isso, nem foi tão grande assim, mas acredito que para o próximo levaremos menos tempo.

REG: Dessa vez a própria banda gravou o disco, e não a dupla Marcelo Pompeu/Heros Trench, que assina a mixagem. Por que isso aconteceu e o que essa mudança acarretou na prática, no resultado final do álbum?

Anvito: Adquirimos muito experiência com esse tempo de estrada. Já estava com o estúdio montado e apto a fazer gravações. Decidimos pela comodidade e a certeza de fazer uma boa gravação. Fizemos tudo com muita calma e muita atenção para ficar do jeito que imaginávamos. Gravando no HCS Estúdio ficamos com mais tempo e mais a vontade para fazer tudo bem pensado.


REG: Fale sobre o título do álbum, “Circle Of Violence”. Ele resume um conceito das 11 músicas?

Marcelo: Não tem qualquer conotação conceitual em nosso álbum, cada música tem um tema particular, mas todas falam sobre formas de violência, inclusive a violência política que é feita por pilantras que são eleitos e se fazem às custas do sofrimento da população. O título em si foi escolhido pela banda em comum acordo. Achamos que era um título forte para o álbum.

REG: O som do Hicsos sempre teve uma mistura de hardcore com thrash, mas nesse disco parece que prevaleceu mais a pegada thrash metal mesmo. Era essa a intenção?

Anvito: Na verdade isso nunca foi pensado, nunca tivemos a intenção de fazer a mistura, simplesmente acontece. Neste álbum acredito que como as primeiras ideias vieram do Nilmon (Filho, ex-guitarrista), que tem uma pegada totalmente thrash, e acabamos pensando mais no bom e velho thrash metal. Isso pra mim é o que mais me agrada no Hicsos, a naturalidade das composições sem ficar preso a um estilo, simplesmente fazemos o que gostamos.

Para ler a entrevista na íntegra clique no link: http://bit.ly/IZwSnE

Com o lançamento de "Circle of Violence", o HICSOS está sendo muito comentado, pois esse novo trabalho é considerado por muitos um dos melhores discos de Thrash já lançados no Brasil.

Confira o que a revista digital Rock Underground falou sobre "Circle of Violence": "O Thrash tradicional do grupo na pegada Old School aparece revigorado e encorpado aqui. A banda, com mais de 20 anos de estrada está tinindo como nunca e agora chegou a sua vez! A diversidade entre as faixas é interessante, alternando faixas mais melódicas com outras mais rudes, faixas mais rápidas, outras mais cadenciadas. Sim, eles são a bola da vez do nosso Thrash Metal!"

Leia a resenha na íntegra aqui: http://bit.ly/1pggCA5


Links Relacionados:






0 comentários: